Mensagens

A mostrar mensagens de junho, 2020

365 Dias | Opinião

Vamos lá falar sobre o filme mais falado do momento, por bons e maus motivos. Sim, estou a falar do filme 365 DNI, que saiu este mês na Netflix. Antes de começar a ver, não me pareceu de todo o género de filme que eu fosse adorar de morte, pela produção ser polaca e pela imagem que apresenta o filme na Netflix. E lógico, a comparação com as 50 Sombras de Grey foi imediata. Estava habituada à Anastasia Steele e ao Christian Grey de tal forma, que primeiro fui ver se haviam críticas. Era cedo para aparecerem as primeiras reviews. Um ou dois dias depois, vi que o filme estava em primeiro lugar na Netflix. E decidi, finalmente, ver o filme. Sem ter uma bóia de salvamento, atirei-me de cabeça para um filme mais ou menos problemático. Vamos lá à minha opinião: Ora bem, o filme começa sem qualquer momento de lógica ou de história. Vemos uma tentativa de negociação, vemos uma conversa entre duas personagens, que percebemos ser pai e filho e vemos uma espécie de homícidio, onde o pai morre ...

Novos começos

Hoje é dia de começos. Não no blog nem no podcast, mas na plataforma que mais uso no meu dia a dia. O Instagram.  Durante estes dias pensei no que queria transmitir. No "legado" que quero deixar, se é que o posso escrever desta forma. Pensei e vi todos os meus posts. Não tinham conteúdo significativo. Não tem coração. São postas de pescadas deixadas ao vento para quem quiser ver.  Sabem o que mais custa? Não ter percebido isso antes. Hoje fui humilde o suficiente para dizer chega e por um "banner" para começar.  Não porque tinha de ser, mas porque precisava. Ter temas simples para falar. Ter contacto, que é o que mais adoro nas redes. Falar e comunicar, que tanto gosto.  Quero conversar sobre temas da atualidade, quero gravar vídeos com as minhas opiniões, quero uma conta que me faça sentir que ajudo realmente alguém.  Para hoje só vim aqui deixar isto. 

Abraçar

O que é um abraço para ti? O que sentes quando abraças?  Para mim, é um mundo. É estar no aconchego dos braços dos meus. Amigos e família. Até colegas tenho saudades de abraçar. Nunca dei muito valor aos abraços.  Tirando uma ou outra pessoa, raramente dei abraços a alguém. Não gostava do contacto próximo.  Sabem o que é engraçado? Consigo imaginar perfeitamente todas as pessoas a quem quero dar um abraço. Umas falo todos os dias, outras fazem parte dos meus pensamentos e já não tenho oportunidade de as abraçar. Nunca mais. E custa. Saber que perdemos a oportunidade de abraçar alguém que já não está cá, faz-me perceber que tenho de abraçar quem me ama o mais depressa e o mais forte que eu consiga. Quer seja família, amigos, colegas....  Não interessa o tipo de relação. Importa sim o quanto gostamos das pessoas. O quanto nos preocupamos com elas. O quanto gostamos delas.  Dei por mim a sentir um aperto no coração quando voltei a ver amigos que já não via há quatr...

Desconfinando

É quarta feira, estamos a meio da semana e hoje recebemos a notícia que os colegas que estavam em casa em layoff vão voltar já na próxima segunda.  Sendo que estamos a trabalhar dois na empresa há três meses e que só esta semana voltaram mais duas pessoas, começo a sentir algum receio do que possa acontecer. Principalmente quando sei que um ou outro colega não se mantiveram em casa.  Mas é tempo de desconfinar e a confiança é a mais alta das harmonias neste momento entre colegas.  Também decidimos hoje que vamos ver a nossa família. Passados três meses, até custa a crer que vamos rever os nossos. Sim, os nossos, porque não falamos só de família. Falamos da família de coração. Dos que tomaram cafés virtuais connosco, dos que nos acompanharam sempre e acompanhamos também as vidas de uns e de outros.  Durante estes três meses construí uma bolha em casa, que me vai ser difícil rebentar. Eramos só nós e os nossos gatos. Três para ser precisa. Neste tempo em que estive na ...

O Medo do fracasso

Estava sentada a pensar em casa, quando me ocorreu que tenho imenso medo de fracassar. Mas aquele medo que nos põe com pele de galinha. Aquele medo que nos sufoca ao ponto de não fazermos alguma coisa por causa desse medo. Já pensaste nisso? Faz sentido para ti? Identificas-te com este medo que me acompanha há anos? Já deixei de seguir sonhos por medo. Já deixei de tomar decisões arriscadas pelo mesmo motivo. Começa bem de mansinho, como uma dúvida, um ponto de interrogação que se põe entre as nossas sobrancelhas e está sempre lá, a aparecer cada vez mais, mas devagarinho. Sem te aperceberes, vai tomando conta de ti, de modo que começas a pensar sobre certa decisão que era noventa porcento certa de tomares, até se tornar uma visão meia que impossível. Estás a acompanhar até aqui? Já todos sentimos isso. De alguma forma, já sentimos este medo que passa de dúvida a uma coisa certa. Mas este não é o pior passo. Não.... O pior vou-te explicar abaixo. Atenta nisto: Já estás com a ...